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SÃO PAULO PARTICIPA DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL CONTRA O AEDES AEGYPTI

"Dia D" reuniu cerca de 900 agentes de zoonoses em atuação; programação contou com atividades educativas e de eliminação de criadouros

19/12/2017 15h46
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Por: Redação Fonte: Secretaria Municipal da Saúde (SMS)
Imagem: Banco de Imagens do Google
Imagem: Banco de Imagens do Google

No dia 8 de dezembro ocorreu, no município de São Paulo, a Mobilização Nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, que tem o objetivo de promover ações educativas e de combate aos criadouros do vetor da dengue, chikungunya e Zika vírus. Entre as atividades realizadas foram feitas: intensificação das visitas de casa em casa; ações com crianças em escolas municipais; operações cata-bagulho; orientação e distribuição de panfletos em estações de metrô, no Shopping Campo Limpo, Poupatempo Santo Amaro e Itaquera, em alguns terminais de ônibus e locais de grande circulação de pessoas; distribuição de telas de caixa d’água e monitoramento de córregos, entre outras

 

“Estamos trabalhando em diversas frentes para evitar o aumento de casos. Para isso, é fundamental combater o vetor com ações nos criadouros. Além das ações dos nossos agentes, é importante que a população fique alerta para reconhecer e combater os locais com água parada, ambiente propício ao Aedes. É importante lembrar que, em média, 85% dos criadouros estão dentro de casa”, afirma Wilson Pollara, secretário Municipal da Saúde.

 

Combate ao Aedes em 2017

As ações adotadas pela Prefeitura para o combate ao Aedes aegypti em 2017 diminuíram em 95,12% os casos autóctones de dengue em relação ao ano passado. Até 30 de novembro deste ano, foram registrados 794 casos de dengue contra 16.283 em 2016. Em relação à febre chikungunya, a redução foi de 80%: houve 10 casos em 2017 contra 50 no ano passado. E de Zika vírus, o município registrou três casos neste ano e 10 em 2016, redução de 70%.

 

As medidas também mantiveram o Índice Predial (IP) do LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegipty), que mede a presença de larvas em imóveis, em nível satisfatório, segundo critérios do Ministério da Saúde. O IP de outubro deste ano é de 0,14. O LIRAa é feito três vezes ao ano – janeiro, junho e outubro.

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