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Macaco bugio é encontrado ferido no Bairro de Parelheiros

Macaco foi encontrado na quarta-feira (7) e resgatado no mesmo dia pela GCM e GCM Ambiental.

07/12/2017 15h57
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Por: Thais Fernandes
Imagem: Folha da Minha Sampa
Imagem: Folha da Minha Sampa
 

Equipe GCM, GCM Ambiental, Moradores que resgataram o animal  e no Ile Rewa  Marina Marjorie, Sr. Gilberto e Rodrigues Aparecido Coord. de Governo Local da Prefeitura Regional de Parelheiros

 

  

 Um macaco bugio foi encontrado machucado na Estr. da Servidão 3, Bairro do Florestal - Parelheiros,  nesta ultima quarta-feira, 06, José Aparecido Rodrigues, Coord de Governo Local da PRPA avistou o animal e acionou a GCM - Guarda Civil Metropolitana que prontamente atendeu ao chamado, ao chegar no local a GCM acionou a GCM Ambiental, ao chegar no local o animal não estava mais, entraram na mata e não acharam o animal que estava debilitado com a pata machucada, passando alguns minutos receberam a informação que um munícipe tinha recolhido o macaco e  GCM Ambiental Recolhendo Bugio                                             acionado a Polícia Ambiente, dessa forma foram até

                                                                                              o local e resgataram o animal.

O animal foi levado para tratamento e analise de doenças, assim que recebermos informações sobre o estado do bugio informaremos a população para tranquilizar ou alertar sobre a maior preocupação e questionamento, se o animal está infectado com a febre amarela.

 

 

                      

 

É importante lembrar que a doença NÃO é transmitida do primata para o humano. A proliferação urbana da doença tem como vetor o mosquito Aedes aegypti. Não há registro desse tipo de transmissão no Brasil desde 1942. 

Dessa forma o primata é um sinalizador da presença do mosquito transmissor da febre amarela.

 

 

Alouatta é um gênero de macaco do Novo Mundo da família Atelidae, subfamília Alouattinae, popularmente conhecidos por bugio, guariba ou barbado. A taxonomia do gênero é complexa, e envolve a classificação em três grandes complexos específicos: A. palliata (bugios da América Central), A. seniculus (bugios-ruivos e de mãos-ruivas da Amazônia e Mata Atlântica) e A. caraya (uma única espécie, típica do Cerrado e Pantanal). Dados genéticos e revisões taxonômicas consideraram algumas subespécies como espécies propriamente ditas. A cordilheira dos Andes separou dois grandes grupos de macacos do gênero: as espécies centro-americanas e as sul-americanas. Possuem uma ampla distribuição geográfica, desde o México até o norte da Argentina. São animais de porte relativamente grande e de dieta predominantemente folívora. Vivem em grupos de em média 10 indivíduos em um sistema poligínico de acasalamento. Possuem vocalizações características, que podem ser ouvidas a quilômetros de distância. 

 

Nome científico: Alouatta

Comprimento: Alouatta caraya: 56 – 91 cm

Expectativa de Vida: Alouatta caraya: 15 – 20 anos

Peso: Alouatta caraya: 4 – 10 kg

Classificação superior: Alouattinae

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