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Geral Geração de atitude!

Cinco pequenas grandes atitudes.

SEJA A MUDANÇA!

22/04/2022 12h15 Atualizada há 1 mês
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Por: Kerolaine Alves Fonte: https://jornalzonasul.com.br/cinco-pequenas-grandes-atitudes/
Foto da Web
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Todos os habitantes da capital paulista – assim como comerciantes, empresários, pequenos ou grandes prestadores de serviços – sofrem as consequências da falta de cidadania de algumas pessoas.

A cidade poderia ser mais bonita, saudável e segura se algumas pequenas atitudes se tornassem cotidianas e provocassem a visão de que podem mudar o seu mundo.

Melhorias em limpeza pública trazem resultados concretos rápidos: menor risco de enchentes e alagamentos, menos proliferação de baratas, ratos e outros seres que trazem danos à saúde, redução de custos com os serviços de destinação da sujeira, uma cidade mais bonita e humana.

Além desses resultados diretos, há ainda mudanças culturais em cada indivíduo e coletivamente. Essa preocupação cotidiana com pequenas atitudes evolui para mudanças de visão mais profunda, como maior preocupação em preservação da natureza mundial, participação cidadã na comunidade, mudança de atitudes das empresas na produção de seus itens, entre outras.

Cinco primeiras e simples atitudes – todas essenciais – podem representar o início desse processo.

1. Recolha as fezes

Quando se fala em animal de estimação, é preciso falar também em posse responsável. Um animal é um ser vivo e sente fome, dor, precisa de cuidados constantes em termos de atenção e saúde. Não pode ser abandonado – o que é crime – e é preciso sempre ter com quem deixá-lo em casos de ausência prolongada.

É fundamental ainda saber que os cães precisam dar passeios pelas ruas e que, nesses momentos, cabe ao dono recolher as fezes.

O mesmo vale em parques, praças, enfim, qualquer área pública, ainda que canteiros de árvores e similares. A coleta, aliás, embora muitos não saibam, é obrigatória por lei.

Portanto, leve sempre um saquinho para o recolhimento. Depois, descarte corretamente em sacos junto com o lixo comum – nunca com o reciclável.

2. Lixo no lugar certo

Outra prática de cidadania essencial e ao mesmo tempo muito simples é o descarte de todo e qualquer tipo de resíduo de forma correta.

Está nas ruas e acabou de consumir um alimento? Não jogue guardanapos, embalagens, descartáveis, nada nas ruas. Tenha sempre um saquinho no carro ou em bolsas, mochilas e pastas. Ou jogue esse resíduo em papeleiras e lixeiras disponíveis nas vias públicas. O mesmo vale para bitucas e embalagens de cigarro.

Sobras de jardinagem ou entulho podem ser levados aos Ecopontos. Também é possível deixar para a coleta comum domiciliar de lixo, desde que estejam bem acondicionados, em sacos próprios para entulho, disponíveis para venda em lojas de material de construção. Mas, atenção: o total não pode ultrapassar 50 quilos.

Para quantidades maiores de entulho, resultantes de uma obra maior, é preciso contratar caçambas e conferir no site da prefeitura se a empresa é credenciada. Dessa forma, o contratante não corre o risco de ser multado por crime ambiental – vale destacar que a responsabilidade pelo descarte irregular do entulho é compartilhada entre a empresa de aluguel de caçambas e quem a contratou e, por isso, procure apenas as empresas credenciadas. O site é prefeitura.sp.gov.br. Nunca descarte nada nas beiras de córrego, calçadas, praças, áreas verdes, parques… Os Ecopontos da Prefeitura também recebem móveis e outros eletrodomésticos inservíveis. Para conferir os endereços e horários de funcionamento, visite https://bit.ly/3MdkZem. Há mais de cem ecopontos espalhados pela cidade e eles abrem as portas inclusive aos domingos e feriados.

3. Lixo na hora certa

O lixo doméstico comum – restos de comida, papel sujo, embalagens engorduradas, fraldas, absorventes, hastes de algodão – deve ser acondicionado em um saco resistente, não muito pesado e colocado para coleta na data e hora correta. Para saber o horário em que o caminhão da coleta tradicional passa em sua rua, confira em https://www.ecourbis.com.br/coleta/index.html.

A concessionária Ecourbis é responsável pela coleta domiciliar e destinação correta em aterros nas zonas sul e leste da capital.

O lixo descartado fora de hora ou lugar correto pode ser levado pelas enxurradas e agravar pontos de alagamento, além de poluir mares e rios.

Também pode ser alvo da ação de animais ou catadores independentes, ficar espalhado pelas ruas e atrair animais sinantrópicos como ratos e baratas, ou provocar o acúmulo de água parada, tornando-se criadouro do mosquito transmissor da dengue e outras doenças.

4. Separe o lixo em dois

Outra prática de cidadania muito simples mas que ainda precisa de mais participação da comunidade é a coleta seletiva.  Muitos ainda não participam por achar que é preciso separar os diferentes tipos de recicláveis,  o que não é verdade. Outra informação falsa é de que o material separado é misturado no caminhão e acaba perdendo seu valor. Na verdade, a reciclagem de itens separados pela população garante o sustento de centenas de famílias de catadores que trabalham nas cooperativas cadastradas pela Prefeitura.

O processo é simples – separe apenas o lixo  seco (reciclável) do lixo úmido (orgânico e comum). Todos os recicláveis (vidro, plástico, metal e papel) podem estar em um único saco – eles serão triados posteriormente em centrais mecanizadas ou pelas cooperativas.

Procure remover os resíduos dos recicláveis, enxaguando garrafas pet (de refrigerantes, bebidas, óleo), latinhas (de sucos, cerveja…), embalagens tetra pak (leite, molhos) e não envie embalagens engorduradas (caixas de pizza ou embalagens delivery, por exemplo) ou com cinzas de cigarro.

Se o material reciclável estiver muito sujo, contaminará inclusive os itens limpos que esiverem na mesma carga.

5. Reduza o lixo gerado

Consumir é preciso, Para se alimentar, vestir-se, manter os cuidados de saúde, buscar diversão, locomover-se, comunicar-se, estudar etc.

Mas, para garantir a saúde econômica da família e, ao mesmo tempo, proteger a natureza e evitar a geração excessiva de resíduos e gasto de energia, é preciso praticar e desenvolver o consumo consciente.

Aprender a comprar apenas o necessário pode ser um processo e evita até problemas de saúde mental coo ansiedade e acumulação – também chamada de colecionismo. Ao mesmo tempo, o consumidor consciente aprende a valorizar experiências, ou seja, em vez de acumular muitos objetos, trocar de celular, televisão ou carro sem necessidade, não é melhor investir em um passeio ou viagem com a família?

Passe a prestar atenção na quantidade de lixo que é descartado semanalmente nos dias da coleta, tanto reciclável quanto comum. Houve desperdício? Houve excessos?

Além de contribuir com a economia doméstica, evitar agressões à natureza, a redução de consumo também representa a redução do volume de lixo enviado para o aterro sanitário municipal, proporcionando maior vida útil a esse espaço.

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